04/03/14

Viagens de sonho: Argentina





Não tenho especial queda por viajar até à América Latina, mas morro de amores pela Argentina e por Buenos Aires. Tenho "ganas" de conhecer e de dançar tango em Buenos Aires. Aliás, sempre foi uma paixão o tango.
Por isso, ficam aqui com uma das minhas músicas preferidas de sempre.
E imagem que pedem para ir, já amanhã.





kiss 

M.

19/02/14

O meu Porto

O meu Porto é apressado, é cinzento, tem nevoeiro, tem abertas, tem cheiro a granito, nele há pessoas de alma grande, encontramos camélias, muitas camélias, e nele respiro e volto a respirar. 
Hoje precisei de estar no Porto e passei o dia dedicado a ele. Que saudades eu tinha do Porto. Vou ao Porto todas as semanas, mas estar no Porto um dia inteiro e ir ao Porto uma manhã, são coisas completamente diferentes. Adoro andar pelas ruas, música nos ouvidos, passo rápido, a olhar para todo o lado. Sim uma verdadeira turista ou uma criança num parque de diversões. Gosto de almoçar num sítio que adoro, seja ele típico ou internacional, gosto de uma boa conversa, gosto de encontrar pessoas que conheço sem contar, gosto que me perguntem quem sou, gosto de ver que a cidade cresce e está diferente, gosto de visitar as lojas de sempre, gosto de entrar nos cafés de sempre e gosto de praticar aquele desporto espectacular que é sentar-me num café e olhar pela janela e ver o Porto. 
Adoro ver as camélias no meu Porto. É nesta altura que o Porto é mais bonito, há sol, mas há ainda um frio e um cinzento do inverno que seguram a magia do Porto. Aí, vemos a perfeição com que as camélias japónicas (na sua maioria) rasgam o verde escuro das folhas e o cinzento do Porto com rosa. 



Hoje fiz tudo isto, tenho as pernas a doer, tenho o coração cheio e saudades do Porto. Li nas viagens até lá e na volta. Pensei em mim e em novos projectos. Que bem que me fez ir ao Porto! É nestas visitas e nestes dias que vejo o bem que me faz e sempre fez o Porto. Cada vez mais gosto dele, cada vez mais o tenho na pele. Porto é pele. 

kiss

M.

12/02/14

09/02/14

Receita: Lasanha de vegetais

Não sou a maior fã do programa Masterchef, mas gosto de ver e aprender. Adoro quando há aulas dadas por chefes convidados com ingredientes simples. Quando vejo uma receita que me agrada, tenho que experimentar. Como esta é vegetariana e me pareceu uma maneira diferente de fazer lasanha, tive que a fazer, logo no fim-de-semana. Aqui fica a receita. É trabalhosa mas muito boa.

Lasanha de Vegetais

Ingredientes

Pimento Assado
3 ou 4 pimentos vermelhos cortados aos quartos
azeite
tomilho
sal e pimenta

Molho Béchamel de Queijo
1 colher de sopa de manteiga sem sal
1 colher de sopa de farinha
sal
pimenta
125 ml de leite
125g de queijo Parmigiano
50 gramas de Ricotta
1 ovo batido

Molho de Tomate assado
750 gr de tomates de rama maduros cortados aos quartos
azeite
sal
pimenta
1 cebola roxa picada
2 dentes de alho
salsa e ervas aromáticas a gosto (usei oregãos)

1 beringela, cortada em fatias finas
sal
azeite
2 courgettes cortadas em fatias finas
placas de lasanha


Aquecer o forno a 220 graus.

Dispor os pedaços de tomate num tabuleiro, adicionar azeite, sal, pimenta, ervas aromáticas e deixar assar por cerca de 1 hora/ 1 hora e meia.

Para o pimento assado, dispor os pimentos numa travessa temperar com sal, pimenta e tomilho. Adicionar azeite e colocar no forno até a pele começar a sair (cerca de 20-30 minutos). Quando estiverem prontos colocar numa taça e tapar com película aderente. Reservar por 5 minutos. Retirar a pele, cortar longitudinalmente  e reservar.

Para o molho de bechamel e queijo, derreter a manteiga em lume médio. Acrescentar a farinha e mexer por um 1 minuto. Adicionar sal e pimenta e o leite gradualmente com ajuda do batedor de varas. Retirar do lume e acrescentar o queijo Parmeggiano e a Ricotta. Mexer bem. Bater um ovo e juntar ao molho. Provar e corrigir os temperos se desejar. Tapar e reservar.

Colocar a beringela num tabuleiro com sal e levar 5 minutos ao forno. Retirar do forno e fritar até ficarem douradas, não é necessário fritar durante muito tempo. Fritar a courgette fatiada de igual modo.

Levar a ferver água e cozinhar as placas de lasanha. Quando retirar passar por água fria e cortar as placas se necessário para adaptar à travessa ou recipiente que escolher para levar ao forno. Eu usei um semelhante a este .

Colocar  papel vegetal para que saia um pouco dos lados do recipiente (uns 5 cm) adicionar um fio de azeite. Para começar a montar, começamos pela beringela (ao virarmos e retirarmos vai ser a fatia que fica no topo) colocamos a beringela e uma placa de lasanha. Adicionamos o molho, depois pimento, courgette, a seguir massa, depois molho, beringela, massa. A seguir novamente pimento, courgette, até termos a altura e camadas desejadas. Finalizar com molho e massa. Colocar papel de alumínio para tapar e levar ao forno por cerca de 20 minutos a 180 graus. Depois dos 20 minutos se achar que não está dourada, deixar mais 5 minutos sem o papel de alumínio.

Para o molho de tomate, pique a cebola e refogue em azeite, com alho (acrescente depois da cebola começar a cozinhar) em lume médio. Corte os tomates em pedaços mais pequenos e acrescente à cebola quando esta estiver translúcida. Tempere com sal e pimenta. Deixe cozinhar e quando estiver com a consistência de um molho (mais ou menos 15 minutos) regue com um pouco de azeite e reserve.

Retire a lasanha so forno e com a ajuda de um prato desenforme, vire ao contrário, retire o recipiente e tire o papel vegetal. Sirva com o molho de tomate por cima.

Pode acompanhar com rúcula ou simplesmente assim. Bom apetite!




kiss

M.






03/01/14

Casa das Penhas Douradas

Decidimos rumar à Serra da Estrela na última semana de férias que tivemos este ano. Havia outros planos, que uma vez caídos por terra me fizeram quase chorar, mas quando cheguei à Serra e ouvi só e apenas o vento pensei "Melhor decisão de sempre!".

Escolhemos a Casa das Penhas Douradas porque vimos alguns sites e adoramos o conceito, os quartos e a perspectiva de um sítio calmo, na natureza, longe e para relaxar. A piscina interior, sauna foram certamente um plus. Como fomos durante a semana, estava tudo mais do que calmo e passamos dois dias para lá de espectaculares para: passeio, comida boa, piscina, namorar, pensar, conversar muito sobre o novo ano.

A casa oferece 4 tipos diferentes de quartos. Reservamos uma Mansarda Superior, mas à chegada ofereceram-nos um upgrade para o Quarto de Cortiça. Os quartos não são enormes, mas são confortáveis, simples e de uma atmosfera que respira design e natureza.

Os donos da Casa, para além deste empreendimento fantástico de Turismo Rural, tem ao seu cargo dois projectos: Penhas Douradas Food e Burel Factory. Penhas Douradas Food representa o melhor dos sabores da Serra aliados à inovação. Tivemos oportunidade de conhecer as geleias (servidas nos lanches, outro grande ponto positivo da Casa, os lanches maravilhosos) de Laranja, Cenoura e de Beterraba (que tive que comprar porque é maravilhosa). Por toda a casa havia peças de Burel (tecido tradicional da Serra) quer nos quartos, nas salas, na sala de jantar, etc. dando uma atmosfera única de conforto.

Deixo-vos aqui algumas fotografias, aconselho vivamente a que visitem a Casa das Penhas Douradas.










kiss

M.


CASA DAS PENHAS DOURADAS
Penhas Douradas, Apartado 9
6260-200 Manteigas
Tel: (+351) 963 384 026
Tel: (+351) 275 981 045
mail@casadaspenhasdouradas.pt 
www.casadaspenhasdouradas.pt 

17/10/13

Editors. Amor que não acaba.


A minha maluqueira com os Editors começou quando vi o videoclip do "Smokers Outside the Hospital Door", depois colei na "Racing Rats" como nunca e depois a paixão correu o álbum todo e fiquei orgulhosamente fã quando os vi no Coliseu do Porto. Aí percebi mais do que nunca o que gosto numa banda, gosto de músicas boas, com variações de humor (como eu), com letras boas e claro, uma banda que ao vivo não se limita a ser o álbum ao vivo, é uma banda a sério.
Os Editors são muito amados no UK, aqui neste pequeno rectângulo há poucos fãs e deixaram de haver menos depois do Marés Vivas. Tom Smith é tímido e perfecionista. Não há que enganar. Se estava a apanhar choques num concerto, é motivo para se chatear. O concerto ficou a meio e ainda hoje há quem goze comigo por isto. A verdade é que eu nunca me desiludi.
O terceiro álbum para mim representa o meu ano, a minha vida, o meu amor por Londres, o bocadinho escondido que trago dentro de mim, das ruas, do nevoeiro. Adoro esse álbum. Acho que ainda o compreendo melhor em Londres, não consigo explicar.

Este último álbum é excelente. Tem músicas do outro mundo, como a Nothing. É tão bonita no álbum, poderosa e dramática ao vivo. É aqui que se vê, como na primeira vez que os vi. São os Editors, grandiosos em palco.

Vou-vos deixar com a Nothing, versão álbum e versão ao vivo. Espero que consigam perceber melhor um bocadinho da minha loucura, se não conseguirem paciência. Aturem-me!






Kiss!

30/09/13

#project12: cozinha vegetariana, uma nova paixão!

No passado mês de agosto, mais precisamente na semana em que fiquei doente, experimentei almoçar no restaurante Terra Viva, em Espinho.
Para além de ser super acolhedor, ter uma decoração simples, paredes brancas, mobiliário branco, detalhes vintage, uma mesa com uma toalha de renda, tem... e meus amigos, não estou a exagerar, dos pratos mais saborosos que comi fora de casa. Não sei se foi por estar doente, mal disposta, cansada e com o corpo a pedir comida "de casa", "da avó", só sei que o que comi me soube maravilhosamente bem. Na semana seguinte voltei, entretanto voltei mais umas 3 vezes.





Para além de terem 3 a 4 pratos do dia variados, as saladas são imensas, muito bem temperadas e o atendimento é muito bom.

O preço é ainda melhor: prato principal com salada (que pode até ser dividido por 2 doses de lasanha por exemplo + tofu no forno com laranja) + chá frio são 5,60€

Este novo restaurante preferido fez com que em casa também me aventurasse mais em pratos vegetarianos. Nas últimas semanas para além de bolonhesa de soja, fiz também, lasanha de vegetais, arroz integral de legumes e cogumelos, massas com tofu e almôndegas de soja. Estas últimas não ficaram como queria, mas ainda tenho tempo de praticar.

Não significa isto que eu queira tornar-me 100% vegetariana, confesso que não conseguiria por muitos motivos, mas nos últimos tempos, temos conseguido aqui em casa reduzir o consumo de carne a umas 2 a 3 vezes no mês. Tenho sentido a minha digestão muito mais facilitada claro, menos impacto na carteira e claro, acho que os kilos perdidos e mantidos.

Vou tentar aventurar-me em fazer mais pratos e claro, continuar a comer muitos legumes e muita fruta.

kiss

M.